O eu-lírico...
sinta-se solte-se relicário
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"pra pegar teus bgs só precisa dá like?" clamou: Anônimo

Tem que avisar tbm

vou voltar a postar bgs para vcs[]

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Fui frio

Hoje choveu dentro de mim e fez tanto frio em meu coração, que até você sentiu.

NAVE POÉTICA

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Eu não deprecio mais as coisas
Aprendi a olhar a luz
Ainda vejo as nuvens cinzas
Mas elas já não me pertencem


As energias são outras
E as cores se amenizaram
Sobre tons qualquer

Gosto mais das nuvens
Mas agora admiro o sol

Olívia.

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Poesia epilética

Provoca crise convulsiva, toma posse do poeta
Transcende a dor, ganhando forma e vida
Se contorce no papel pedindo para ser lida
E possuir outro hospedeiro para se reproduzir
NAVE POÉTICA

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"Não grita comigo, venha e me abrace. Assim você me ganha bem mais fácil. Eu gosto de ser gostado, de ser alguém exclusivo de alguém que também seja minha exclusividade. Eu gosto de receber todas as atenções suas, e todos os carinhos inventados até o momento, e aqueles que você consegue inventar. Eu gosto de gostar de quem gosta de mim, não de quem me quer como um brinquedo que saí desfilando com ele e quando cansa joga fora."
O menino Charlie 
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Fui acusado de um crime perfeito
Só aceito ser jugado pelo coração.

Me apropriei da sua atenção
e persuadi, na emoção,
a me aceitar.
Furtei o cheiro dela
no distrair do abraço.
Extorqui seus sorrisos
e lhe estendi o braço,
despistando o Gran Finale
no aperto de mão.
Então usei minha forca:
O beijo foi roubado.
O que faz desse clichê
um crime perfeito?
A vitima tonou-se cúmplice,
querido Coração.
O crime amador
tornou-se crime amado
Essa foi a contravenção
e eu sou culpado,
Mas foi crime reciproco,
só me entrego então
se ela também se render
à nossa paixão.

Depoimento | NAVE POÉTICA

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"

Vocês, velantes por minha existência
Cessem todo esse alvoroço,
Nem sei pra que tanto esforço
Minh’alma não merece condolência.

Escolherei, justamente, aquela mulher
Que por mim só sente um desprezo
Provar do amor, eu não mereço
E mas do que justo é se eu nada tiver

E tendo melhores, optei por um emprego
Que eu nada sabia fazer, fui humilhado
Sei que progredir e crescer, me é negado
Tal como são as alegrias de que privo o meu ego

Queridos, não questionem minhas escolhas
Que de feridas, são puras consequências
Umas que causei, noutras que pisei
Outrora um vil salafrário, doravante suicida serei.

O maior suicídio é se matar a cada dia
Trocar a felicidade por uma dose de apatia
Já que fiz muitos sofrerem na viagem da vida,
Hoje vivo nessa auto sabotagem suicida

"
Auto Sabotagem | NAVE POÉTICA.
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Ninguém sabe o que tem no âmago da poesia entristecida

Não sabem das dores que dão as mãos letra com letra e tampouco a solidão das pontuações, logo questiono-o motivo dos julgamentos que se passa dessas almas vazias; junto as entrelinhas e me firo profundamente com tamanha repercussão de gritos presos e falta de proeza nas delicadezas duma rima. Não choram as lágrimas das figuras de linguagens ocultas, dos amores perdidos e da solidão abusiva, mas ainda assim é perplexo pra quem os lê; ficam atônitos com palavras que se assemelham pairando beleza nos versos, entretanto, quem deixa de ler com os olhos para ler com a alma toca o âmago, abraça a tristeza e se homogeniza-se nos recantos das palavras. O seu ser se mistura com a polissemia, sucumbindo os limites entre alma e poesia. Quem consegue transcender o óbvio e penetrar no covil poético, materializa até as dores de um soneto ultrarromântico, tornam-se a personificação do âmago que só deveria pertencer a poesia. Crescem além de si e uma vez maiúsculos gritam o seu martírio, mas não há quem ouça, pois almas finitas não são capazes de compreender a infinitude de seus buracos negros. Enxergam além das rimas vulgares, são literalmente poesia visceral ambulante. Afinal, o que tem no âmago? nem eles sabem e por isso mesmo continuam sua jornada, conjugando momentos, seguem errantes na beleza da dor que é viver essa viagem lirica.


A Nave poética conduzida por Nathália Rizzo.

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"Eu parei de ser o que não sou, parei de me preocupar com a roupa que vou vestir, não me importa mais se ela agrada ou não os que me olham. Questionaram-me o porquê da minha escrita ser voltada para mim mesmo, não me foi necessário pensar para responder esta pergunta. Eu escrevo sobre mim porque não entendo os outros, eu não sei porque o seu Joaquim compra 12 pães todos os dias, não entendo porque quase sempre a menina de sorriso largo acaba chorando, eu não compreendo a mentalidade divina e não sou nenhum gênio capaz de explicar o que se passa nesse universo. Não pense que é fácil falar de mim, porque não é. Eu também sou muito difícil de compreender, não é sempre que eu sei exatamente do que estou falando, mas mesmo com tudo isso ainda é mais fácil falar sobre mim, vez ou outra eu posso mentir, acrescentar um detalhe quase que imperceptível e ninguém vai reparar, todos vão pensar a mesma coisa: ” esse é o idiota que escreve, ele pensa que é alguma coisa”. E realmente não estão errados, eu penso, penso muito, mas o que penso não é algo visível na minha escrita. Eu não me preocupo com ninguém, a pouca preocupação que tenho eu jogo na lata de lixo, mas as pessoas insistem em se preocupar comigo. Serão fãs? Dificilmente, nem meu cachorro me admira, quanto mais esses seres irracionais. Adoro esse sistema que o mundo implantou, o seu Zé fica preocupado com a vida do João, enquanto o João tá preocupado com a vida da Maria e a Maria por fim preocupada com a vida do seu Zé, todo mundo se preocupa com a vida alheia. Eu escrevo sobre mim e ninguém tem nada a ver com isso, não é questão de ego, não é egoismo, nem muito menos amor próprio. Sabe qual é a verdade? Eu sou lotado de dores e com a dor dos outros ninguém se importa, por isso, eu preciso escrever sobre mim, só eu sei o tamanho de minha dor."
Otávio L. Azevedo 
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Amei sem querer

Alguns dizem que o amor é cego
O meu porém, se faz de surdo
Gritou que não, em vão, o meu ego
O amor não ouviu, que absurdo!

NAVE POÉTICA

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Minha mancadas feriu o teu sorriso

e a tua tristeza destruiu o meu.

Sorry | NAVE POÉTICA

557
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Que meu crime seja roubar o teu sorriso

e minha sentença, morar em seu coração.

NAVE POÉTICA

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Dizer “eu te amo” já virou clichê

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eu não te peço para ficar

eu não te peço para ficar porque seria injusto com você. eu não te peço para ficar porque você sabe que eu quero que fique. eu não te peço para ficar porque quem gosta não se vai e amor não se implora. eu não te peço para ficar porque quem vai embora sou eu. eu não te peço para ficar porque quem diz que vai embora nem está mais aqui.

talvez você nunca esteve.

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Dei descarga nas flores e nos amores.